Quarta-feira de Cinzas inicio da Quaresma.
Quarenta dias no deserto Jesus Cristo Nosso Senhor foi para orar a Deus Pai todo-Poderoso, veio o inimigo da Santa Igreja para tentar Jesus e Jesus disse não. Pois Jesus Cristo é a Salvação do Homem. Só em Jesus Cristo se pode contar para vida eterna com o Pai, o Filho e Espírito Santo. Jesus Cristo nosso salvar nunca abonda uma de suas ovelhas que somos cristãos. Nós cristãos que as vezes deixamos Ele de lado mas Jesus nunca se esquece de ninguém. Quem vê Jesus Cristo vê o Pai, porque sem passar por Jesus não se pode o ver o Pai que na verdade o Pai e Jesus são uma só pessoa em três diferentes pessoas: PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO. JESUS CRISTO DÁ A SUA VIDA EM AMOR A HUMANIDADE, MAS JESUS CRISTO VENCE A MORTE E ESTÁ VIVO PARA SEMPRE. JESUS CRISTO ESTÁ VIVO. JESUS CRISTO ONTEM HOJE E SEMPRE.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
domingo, 19 de fevereiro de 2017
CAMPANHA DA FRATERNIDADE
7. O BIOMA CERRADO
O bioma Cerrado ocupa a área central do Brasil. É o mais antigo da face da terra, com proximidade 65 milhões de anos. De tão velho, a maior de sua biomassa está abaixo da terra, nas sua raízes. Por isso, muitos dizem que o Cerrado é um bioma "de cabeça para baixo".
Esse também é seu maior problema, isto é, de tão velho, ele praticamente não tem poder de regeneração. Uma vez que desmontado, não há mais volta.
Originalmente esse bioma ocupava 192,8 milhões de hectares, abrangendo 13 estados da Federação, o que corresponde a 22,65% do território brasileiro, onde vivem 22 milhões de pessoas.
O Cerrado tem um papel único no Brasil, que é ode ser a nossa "caixa de água". Tem um solo muito poroso, que absorve muita água. Então, forma imensos aquíferos que depois vão distribuir essas águas a todas as grandes bacias hidrográficas brasileiras. Ele recebe a água do rio aéreo que vem da Amazônia, guarda essas águas e depois distribui a todas essas bacias.
Além do Cerrado é extremamente rico em diversidade biológica e social. A alta diversidade de ambientes se refere na enorme riqueza de espécies vegetais (23 mil) e, também, animais (320 mil), das quais 90 mil são insetos (que representam 28% da biota do Cerrado). Apesar da elevada biodiversidade e se sua importância ecológica, das 427 espécies listadas em risco de extinção, 132 estão no Cerrado.
Berço de muitas nações indígenas, com muitas comunidades tradicionais, mas também com grandes cidades - como Brasília (Distrito Federal) -, esse bioma está sendo devastado para o cultivo de grãos e a criação de gado. Seu desmatamento já mostra consequências, como a diminuição das águas e a condenação à morte do rio São Francisco, que depende das águas do Cerrado para existir.
O bioma Cerrado ocupa a área central do Brasil. É o mais antigo da face da terra, com proximidade 65 milhões de anos. De tão velho, a maior de sua biomassa está abaixo da terra, nas sua raízes. Por isso, muitos dizem que o Cerrado é um bioma "de cabeça para baixo".
Esse também é seu maior problema, isto é, de tão velho, ele praticamente não tem poder de regeneração. Uma vez que desmontado, não há mais volta.
Originalmente esse bioma ocupava 192,8 milhões de hectares, abrangendo 13 estados da Federação, o que corresponde a 22,65% do território brasileiro, onde vivem 22 milhões de pessoas.
O Cerrado tem um papel único no Brasil, que é ode ser a nossa "caixa de água". Tem um solo muito poroso, que absorve muita água. Então, forma imensos aquíferos que depois vão distribuir essas águas a todas as grandes bacias hidrográficas brasileiras. Ele recebe a água do rio aéreo que vem da Amazônia, guarda essas águas e depois distribui a todas essas bacias.
Além do Cerrado é extremamente rico em diversidade biológica e social. A alta diversidade de ambientes se refere na enorme riqueza de espécies vegetais (23 mil) e, também, animais (320 mil), das quais 90 mil são insetos (que representam 28% da biota do Cerrado). Apesar da elevada biodiversidade e se sua importância ecológica, das 427 espécies listadas em risco de extinção, 132 estão no Cerrado.
Berço de muitas nações indígenas, com muitas comunidades tradicionais, mas também com grandes cidades - como Brasília (Distrito Federal) -, esse bioma está sendo devastado para o cultivo de grãos e a criação de gado. Seu desmatamento já mostra consequências, como a diminuição das águas e a condenação à morte do rio São Francisco, que depende das águas do Cerrado para existir.
Roberto Malvezzi (Gogó)
Assessor da CF/2017
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2017
TEMA: FRATERNIDADE: BIOMAS BRASILEIROS E DEFESA DA VIDA.
LEMA: CULTIVAR E GUARDAR A CRIAÇÃO (Gn 2,15).
VAMOS PRESERVAR A BIODIVERSIDADE DO NOSSO QUERIDO BRASIL UM PAÍS DE TODOS.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
CAMPANHA DA FRATERNIDADE
6. O BIOMA AMAZÔNIA
O bioma Amazônia está no território brasileiro, assim como na Colômbia, no Peru, na Venezuela, no Equador, na Bolívia, no Suriname, na Guiana e Guiana Francesa. A bacia amazônica como um todo estende-se por cerca de 7 milhões de quilômetros quadrados. A floresta amazônica abrange aproximadamente 5,5 de quilômetros quadrados.
Tão gigantesca quanto sua extensão é a diversidade biológica e social que contém. No Brasil, a região amazônica é de 4.196.943 Km².
Nessa teia gigantesca de vida, crescem em torno de 2.500 espécies de árvores e 30 mil espécies de plantas. É o que se chama de região megadiversa.
As espécies animais são contabilizadas em 4.221, mais se sabe que grande parte delas ainda não foi descrita.
A importância da Amazônia para o clico das águas e do carbono é praticamente incalculável. Além do rio de superfície que conhecemos, existem mais dois rios Amazonas. Um deles é fruto da evaporação das águas da região e da transpiração das plantas. Esse rio, em forma de vapor de água, empurrado pelos ventos, vai até o sul do continente, até a Patagônia. Além do mais, é esse rio aéreo que faz chover sobre a região Sul, Sudeste e central do país. Essas águas de chuvas são armazenadas por outro bioma brasileiro, o Cerrado, e distribuídas a todas as grandes bacias hidrográficas do Brasil, incluindo a bacia do São Francisco. Sem o bioma Amazônia e sem o Cerrado para distribuir essas águas, o ciclo das águas brasileiras estaria rompido, o que causaria secas imensas por todo o território nacional.
No território amazônico estão 24 milhões de pessoas, das mais diversas etnias. Um modelo econômico predador põe em risco a sobrevivência do bioma. Ambicionada no mundo inteiro, até invejada, a Amazônia tem importância para o Brasil e para o restante do planeta.
O bioma Amazônia está no território brasileiro, assim como na Colômbia, no Peru, na Venezuela, no Equador, na Bolívia, no Suriname, na Guiana e Guiana Francesa. A bacia amazônica como um todo estende-se por cerca de 7 milhões de quilômetros quadrados. A floresta amazônica abrange aproximadamente 5,5 de quilômetros quadrados.
Tão gigantesca quanto sua extensão é a diversidade biológica e social que contém. No Brasil, a região amazônica é de 4.196.943 Km².
Nessa teia gigantesca de vida, crescem em torno de 2.500 espécies de árvores e 30 mil espécies de plantas. É o que se chama de região megadiversa.
As espécies animais são contabilizadas em 4.221, mais se sabe que grande parte delas ainda não foi descrita.
A importância da Amazônia para o clico das águas e do carbono é praticamente incalculável. Além do rio de superfície que conhecemos, existem mais dois rios Amazonas. Um deles é fruto da evaporação das águas da região e da transpiração das plantas. Esse rio, em forma de vapor de água, empurrado pelos ventos, vai até o sul do continente, até a Patagônia. Além do mais, é esse rio aéreo que faz chover sobre a região Sul, Sudeste e central do país. Essas águas de chuvas são armazenadas por outro bioma brasileiro, o Cerrado, e distribuídas a todas as grandes bacias hidrográficas do Brasil, incluindo a bacia do São Francisco. Sem o bioma Amazônia e sem o Cerrado para distribuir essas águas, o ciclo das águas brasileiras estaria rompido, o que causaria secas imensas por todo o território nacional.
No território amazônico estão 24 milhões de pessoas, das mais diversas etnias. Um modelo econômico predador põe em risco a sobrevivência do bioma. Ambicionada no mundo inteiro, até invejada, a Amazônia tem importância para o Brasil e para o restante do planeta.
Roberto Malvezzi (Gogó)
Assessor da CF/2017
domingo, 5 de fevereiro de 2017
CAMPANHA DA FRATERNIDADE
5. O BIOMA MATA ATLÂNTICA
Quando chegaram à costa brasileira, os portugueses ficaram maravilhados com o que tinham diante dos olhos. Estavam na região do Porto Seguro, Bahia. De longe viram o Monte Pascal e a Mata Atlântica.
Mas viram também pessoas, homens e mulheres, todos nus, muito acolhedores, simples e sem nenhuma malícia. Índios e natureza formavam uma unidade indissolúvel.
O espanto maior, entretanto, foi das águas: "Águas são muitas; infinitas. Em tal maneira graciosa (a terra) que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo, por causa das águas que tem!" (carta de Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal, 1.500).
A Mata Atlântica abrigava uma área equivalente a 1.315.460 Km² e estendia-se originalmente ao longo do são 17 estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Alagoas, Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí. (SOS Mata Atlântica, 2016).
Esse bioma, com tanta vida animal, vegetal e humana, etá quase acabando. Hoje restam cerca de 8.5% de sua formação original.
Com base nas estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) em 2014, vivem na Mata Atlântica atualmente quase 72% da população brasileira. São mais de 145 milhões de habitantes em 3.429 municípios, que correspondem a 61% dos existentes no Brasil.
Precisamos tomar consciência de que a população aí residente depende desse bioma para ter clima ameno, água abundante e regularidade no clico das chuvas.
É também o lugar onde estão nossas, recantos de lazer e atrações turísticas para o mundo inteiro. Esse bioma depende de seus habitantes, e estes dependem dele. Como diz o Papa Francisco, tudo está interligado.
Quando chegaram à costa brasileira, os portugueses ficaram maravilhados com o que tinham diante dos olhos. Estavam na região do Porto Seguro, Bahia. De longe viram o Monte Pascal e a Mata Atlântica.
Mas viram também pessoas, homens e mulheres, todos nus, muito acolhedores, simples e sem nenhuma malícia. Índios e natureza formavam uma unidade indissolúvel.
O espanto maior, entretanto, foi das águas: "Águas são muitas; infinitas. Em tal maneira graciosa (a terra) que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo, por causa das águas que tem!" (carta de Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal, 1.500).
A Mata Atlântica abrigava uma área equivalente a 1.315.460 Km² e estendia-se originalmente ao longo do são 17 estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Alagoas, Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí. (SOS Mata Atlântica, 2016).
Esse bioma, com tanta vida animal, vegetal e humana, etá quase acabando. Hoje restam cerca de 8.5% de sua formação original.
Com base nas estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) em 2014, vivem na Mata Atlântica atualmente quase 72% da população brasileira. São mais de 145 milhões de habitantes em 3.429 municípios, que correspondem a 61% dos existentes no Brasil.
Precisamos tomar consciência de que a população aí residente depende desse bioma para ter clima ameno, água abundante e regularidade no clico das chuvas.
É também o lugar onde estão nossas, recantos de lazer e atrações turísticas para o mundo inteiro. Esse bioma depende de seus habitantes, e estes dependem dele. Como diz o Papa Francisco, tudo está interligado.
Roberto Malvezzi (Gogó)
Assessor da CF/2017
RÁDIO CULTURA BRASIL 2 AO VIVO APOIA A CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2017 CNBB CONSELHO NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL. RÁDIO CULTURA BRASIL 2 AO VIVO NO YOUTUBE.COM
sábado, 4 de fevereiro de 2017
CAMPANHA DA FRATERNIDADE
4. OS POVOS ORIGINÁRIOS E OS BIOMAS
Os biomas são formados pelo conjunto da vida animal e vegetal que ocupam determinado espaço. Estão, para muitos cientistas, os povos que habitam os biomas são também parte integrante desses conjuntos de vida.
A Campanha da Fraternidade de 2017 dedica a atenção particular às chamadas populações originárias que habitam esses espaços. Falamos principalmente dos indígenas. Por isso, um dos objetivos específicos dessa CF é "conhecer melhor e nos comprometer com as populações originárias, reconhecer seus direitos, pertença ao povo brasileiro, respeitando sua história, suas culturas, seus territórios e seu modo específico de viver" (Texto-base).
É certo que hoje somos mais de 200 milhões de pessoas no país e cerca de 80% de nossa população é urbana. Em nossos temos também as chamadas comunidades tradicionais, como os quilombolas, os pescadores e outras múltiplas formas de viver e conviver com a terra, a água e as florestas. Mas, quando os europeus chegaram a estas terras, 5 milhões de indígenas já estavam aqui, dos quais restam aproximadamente apenas 800 mil.
A ocupação do território hoje definido com Brasil foi muitas violenta e cruel com esses povos. Perseguidos, contaminados por doenças, guerreados,com seus territórios usurpados, quase foram extintos. Mas resistiram. Ainda existem. Por consenso ou por violência, houve muita "mistura" de povos no Brasil. Nossa sangue é muito mais indígena e negro do que imaginamos.
Podemos nos perguntar: o que resta daquelas florestas, daquelas águas, daquele clima variado que os europeus encontraram quando chegaram aqui? O que resta daquelas populações originárias que habitavam nosso território? Como está a situação daqueles que ainda estão vivos?
Os biomas são formados pelo conjunto da vida animal e vegetal que ocupam determinado espaço. Estão, para muitos cientistas, os povos que habitam os biomas são também parte integrante desses conjuntos de vida.
A Campanha da Fraternidade de 2017 dedica a atenção particular às chamadas populações originárias que habitam esses espaços. Falamos principalmente dos indígenas. Por isso, um dos objetivos específicos dessa CF é "conhecer melhor e nos comprometer com as populações originárias, reconhecer seus direitos, pertença ao povo brasileiro, respeitando sua história, suas culturas, seus territórios e seu modo específico de viver" (Texto-base).
É certo que hoje somos mais de 200 milhões de pessoas no país e cerca de 80% de nossa população é urbana. Em nossos temos também as chamadas comunidades tradicionais, como os quilombolas, os pescadores e outras múltiplas formas de viver e conviver com a terra, a água e as florestas. Mas, quando os europeus chegaram a estas terras, 5 milhões de indígenas já estavam aqui, dos quais restam aproximadamente apenas 800 mil.
A ocupação do território hoje definido com Brasil foi muitas violenta e cruel com esses povos. Perseguidos, contaminados por doenças, guerreados,com seus territórios usurpados, quase foram extintos. Mas resistiram. Ainda existem. Por consenso ou por violência, houve muita "mistura" de povos no Brasil. Nossa sangue é muito mais indígena e negro do que imaginamos.
Podemos nos perguntar: o que resta daquelas florestas, daquelas águas, daquele clima variado que os europeus encontraram quando chegaram aqui? O que resta daquelas populações originárias que habitavam nosso território? Como está a situação daqueles que ainda estão vivos?
Roberto Malvezzi (Gogó)
Assessor da CF/2017
O total de indígenas mortos foi: 4.499.200.000 - 5.000.000.000 = 800.000 mil restam no Brasil praticamente quase todos os indígenas do Brasil.
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